Maricá/RJ,

Notícias















Dia do Livro Infantil

Dia 18 de abril é o Dia do Livro Infantil. A data foi escolhida por ser o dia do nascimento do escritor Monteiro Lobato, que se estivesse vivo completaria 127 anos no próximo dia 18. Nada mais justo, por anos de dedicação à literatura infanto-juvenil e à cultura brasileira.
Personagens como Narizinho, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Dona Benta e Tia Anastácia foram perpetuados pela genialidade do escritor, que lançou seu primeiro livro infantil em 1920, "A menina do narizinho arrebitado".
Monteiro Lobato era um grande defensor da cultura brasileira, o que fica evidente na coleção "O Sítio do Picapau Amarelo", que traz personagens inspirados no folclore brasileiro. O escritor também alimentava o imaginário popular de crianças, jovens e adultos, dando vida à animais como o caramujo que é médido, o porco Rabicó que é marquês e um peixe, considerado o príncipe do Reino das Águas.

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Escola Estadual Inoã Inaugura Sala de Leitura e Laboratorio de Informática


A Equipe da E.E.Inoã, tendo à frente a Profa. Rosania, na Direção da Escola, está de parabéns. Foram inaugurados, dia 10 de março, às 14h, dois importantes espaços na Escola: a Sala de Leitura – Cecília Meirelles (um projeto da Profa. Tatiana Alexandrino); e um confortável Laboratório de Informática.

"Traças do Bem", mais uma vez, esteve presente, representado por suas coordenadoras Maria Regina Moura e Patrícia Custódio que falaram sobre a importância de um espaço de Leitura e declamaram poemas seus e de Cecília Meireles, para os alunos, professores, funcionários e convidados.
O Projeto Cultural “Traças do Bem – Clube de Leitura” parabeniza a Escola por mais estas conquistas.
*** Crédito das Fotos: Profa. Sônia Pequeno

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Adolescente retirou 327 livros em 2008


Toda quinta-feira, depois que sai da escola, a estudante Ana Beatriz Batista de Faria, 13, faz uma parada obrigatória no ônibus da prefeitura cheio de livros e revistas que fica estacionado perto de sua casa, no Capão Redondo (zona sul). Fanática por leitura, a garota lê cerca de um livro por dia - quase 400 por ano-, atividade que se tornou ainda mais completa após a chegada do ônibus biblioteca ao bairro, em novembro passado. Em 2008, ela pegou emprestado 327 exemplares na biblioteca da escola particular onde estuda, o que a fez ganhar o prêmio de aluna que mais leu no período - tanto que enjoou do acervo. "Já li todos os livros da escola. O ônibus é legal porque sempre tem algo diferente."

Fonte: Folha de S. Paulo

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Bibliotecas em pauta


Nesta quarta-feira, 15 de abril, Christine Fontelles, diretora de educação e cultura do Instituto Ecofuturo, participa da palestra Bibliotecas comunitárias e pontos de leitura: as ações da sociedade civil, que faz parte da programação do seminário organizado pela Superintendência de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais, unidade da Secretaria de Estado de Cultura. A convidada irá discutir o tema com Fabiano dos Santos, do Ministério da Cultura, e Marcos Túlio, criador da Borrachalioteca. O Ecofuturo vai apresentar o conhecimento adquirido com o Projeto Biblioteca Comunitária Ler É Preciso, que tem como objetivo principal articular poder público e sociedade civil para a criação e revitalização de espaços de promoção de leitura.
Fonte: PublishNews

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Chico Buarque confirma participação na FLIP

Músico, dramaturgo e escritor, Chico Buarque (1944, Rio de Janeiro) publicou neste ano seu quinto livro, o romance Leite derramado, que reconstrói a saga de uma família aristocrática por um de seus descendentes e sugere um paralelo com a história do Brasil. Chico tornou-se conhecido por sua produção musical e lançou mais de 40 discos, como Construção (1971) e Paratodos (1993). Iniciou a carreira literária com Fazenda modelo (1974), mas Estorvo (1991), vencedor do Jabuti, deu início à fase madura de sua prosa, de também inclui Benjamin (1995) e Budapeste (2003). Ele escreveu cinco peças de teatro, entre elas Roda viva (1967) e Ópera do malandro (1977).

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Leitores para ler o mundo


Numa iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian, foi realizado em janeiro/2009, em Lisboa, o 1º Congresso Internacional de Promoção da Leitura, com o tema “Formar Leitores para Ler o Mundo”. O objetivo foi o de seguir as áreas que estruturam o portal Casa da Leitura, ou seja , a literatura infanto-juvenil, as questões teóricas da leitura e as boas práticas e estratégias de promoção da leitura. A primeira grande conferência em Portugal sobre a promoção da leitura contou com a presença do experiente especialista brasileiro, Galeno Amorim, diretor do Observatório do Livro e Leitura.
Mais informações no site: http://www.gulbenkian.pt/

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Ampla distribuição de livros para Universidade Aberta do Brasil


Os 288 pólos da primeira etapa da Universidade Aberta do Brasil (UAB) recebem, até o mês de maio, livros para estudos e pesquisas relativos às áreas do conhecimento abordadas em 220 cursos á distância. Os 315 mil exemplares –, dos quais 204,7 mil (65%) já foram entregues, atende ao princípio da oferta de educação de qualidade. Os pólos da U.A B. são estruturas que funcionam num sistema de parceria entre instituições públicas de ensino superior com estados e municípios; devem ter salas para aulas presenciais, laboratórios pedagógicos para as aulas práticas, equipamentos (computadores com internet e banda larga e para videoconferência), além de uma biblioteca. Cabe às universidades integrantes da UAB ministrar os cursos, dispor tutores para auxiliar os estudantes e tirar dúvidas, oferecer práticas pedagógicas quando o curso exigir, avaliar e certificar os alunos. Os 555 pólos estão distribuídos entre as 27 unidades da Federação

Fonte: http://www.brasilquele.com.br/

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“TRAÇAS DO BEM” DÁ INÍCIO ÀS ATIVIDADES DE 2009, COM A 1ª REUNIÃO PARA LEITURAS DE TEXTOS, DENTRO DO PROJETO “ENCONTRO COM LIVROS – ANO 2”.




Aconteceu, no último dia 16 de abril, das 18h às 20h., na sala da Academia de Ciências e Letras de Maricá, na Casa de Cultura do Município, em Maricá/Rio de Janeiro – numa parceria com a Academia – num clima bastante descontraído, a primeira reunião para leituras de textos, dentro do vitorioso projeto “ENCONTRO COM LIVROS – ANO 2”.
Em 2008, as reuniões aconteceram no Kilombola Caffè, conhecido espaço cultural da cidade e hoje permanecem com as mesmas características do projeto, promovendo leituras espontâneas de textos selecionados pelos próprios leitores e, sempre que possível, apresentando alguns informes sobre seus autores.
Nesta oportunidade, com as presenças de leitores veteranos, leitores estreantes e ouvintes, foram lidos e falados, textos de autores nacionais e estrangeiros, de vários gêneros e/ou escolas literárias, poemas ou narrativas curtas.
O mais importante é a satisfação de todos os presentes, com a leitura e a audição de tantos e tão belos textos, da literatura brasileira ou universal.
Dia a dia, o projeto registra mais e mais adeptos.
Confira sempre no Blog de “Traças do Bem” a próxima data, o próximo local e considere-se convidado.

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Leituras


PARA GOSTAR DE LER

Nagib Anderáos Neto

Quando se vê as estatísticas sobre produção e consumo de livros no país, número de livrarias e desenvolvimento do mercado livreiro nos últimos anos, chega-se à conclusão que o quadro nacional é desalentador. Uma livraria para oitenta mil habitantes; dois livros lidos por habitante por ano; duas mil livrarias em todo o país. Os números são assustadores, mesmo quando comparados com países vizinhos como a Argentina que, em números relativos, chega a ter, quase, quinze vezes mais livrarias que o nosso país.
Como reverter este quadro? O que fazer para que os jovens passem a ler mais e a matar menos o tempo em inutilidades?
Afinal, por que ler é importante?
Não falemos da literatura imprestável, dos enganadores, dos impostores, dos que vendem palavras sem conteúdo, auto-ajudas que não valem nada. Falemos das obras de qualidade que ajudam a pensar, a criar, a se comunicar.O leitor é também um criador orientado pelo autor; constrói personagens, convive com eles, extasia-se, sofre, transporta-se para outros locais e outras épocas, busca soluções, pensa, sente e vibra com o desenrolar do romance ou do conto, reflete com as reflexões do autor, amplia seus conhecimentos sobre o mundo e sobre os homens, aprende a ouvir, falar e escrever.
Através da leitura e da escrita podemos chegar a muitas partes e a muitos mundos, revisitar o passado e arrojarmo-nos para o futuro, reviver ou viver por antecipação.
Cada bom livro é uma aventura particular e única que pode ser muito útil a quem empreende esta viajem ímpar. Os livros são como os seres humanos: nascem, tem um tempo de vida e desaparecem. Podem surgir depois de muitos anos em novas edições, se forem muito bons. Há os que têm conteúdo e os vazios, os bons e os maus; os inteligentes e os ignorantes. Sua leitura pode ajudar a leitura da própria vida, dos próprios dias, do próprio acontecer.
Devemos todos ler muitos livros, bons livros, e dar um exemplo para que os jovens aprendam a gostar de ler.
Há um livro, em especial, ao qual devemos dar a máxima atenção a cada dia de nossa existência: o nosso próprio livro, o livro de nossa vida, aquele que vamos escrevendo e lendo a cada dia, no qual somos autores e personagens, onde ficará consignada a nossa trajetória humana nesta breve passagem pela Terra, o livro dos livros, o livro da vida, a obra pessoal que cada um de nós pode e deve realizar

Nagib Anderáos Neto – é engenheiro e escritor

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ESPAÇO “TRACINHAS"




No Clube de Leitura, este espaço destina-se ao público infantil. Reúne acervo especialmente selecionado; com decoração baseada em motivos infantis, confortável. A presença, em tempo integral, de um MONITOR (integrante do Programa de Voluntariado Canteiros), orientará seus pequenos freqüentadores. No blog, serão apresentadas sugestões de leituras; textos para crianças e jovens leitores, para que se apaixonem pelos Livros. Aqui, também, serão divulgadas as atividades realizadas no espaço infantil do Clube de Leitura.

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Caipora


Habitante das florestas, reina sobre todos os animais e destrói os caçadores que não cumprem o acordo de caça feito com ele. Seu corpo é todo coberto por pelos. Ele vive montado numa espécie de porco-do-mato e carrega uma vara. Aparentado do Curupira, protege os animais da floresta. Os índios acreditavam que o Caipora temesse a claridade, por isso protegiam-se dele andando com tições acesos durante a noite.
No imaginário popular em diferentes regiões do País, a figura do Caipora está intimamente associada à vida da floresta. Ele é o guardião da vida animal. Apronta toda sorte de ciladas para o caçador, sobretudo aquele que abate animais além de suas necessidades. Afugenta as presas, espanca os cães farejadores, e desorienta o caçador simulando os ruídos dos animais da mata. Assobia, estala os galhos e assim dá falsas pistas fazendo com que ele se perca no meio do mato. Mas, de acordo com a crença popular. é sobretudo nas sextas-feiras, nos domingos e dias santos, quando não se deve sair para a caça, que a sua atividade se intensifica. Mas há um meio de driblá-lo. O Caipora aprecia o fumo. Assim, reza o costume que, antes de sair numa noite de quinta-feira para caçar no mato, deve-se deixar fumo de corda no tronco de uma árvore e dizer: "Toma, Caipora, deixa eu ir embora". A boa sorte de um caçador é atribuída também aos presentes que ele oferece. Assim, por sua vez, os homens encontram um meio de conseguir seduzir esse ente fantástico. Mas fracasso na empreitada é atribuído aos ardis da entidade. No sertão do Nordeste, também é comum dizer que alguém está com o Caipora quando atravessa uma fase de empreendimentos mal sucedidos, e de infelicidade.
Há muitas maneiras de descrever a figura que amedronta os homens e que, parece, coloca freios em seus apetites descontrolados pelos animais. Pode ser um pequeno caboclo, com um olho no meio da testa, cocho e que atravessa a mata montado num porco selvagem; um índio de baixa estatura, ágil; um homem peludo, com vasta cabeleira.


* Caipora é uma entidade da mitologia tupi-guarani. É representada como um pequeno índio de pele escura, ágil, nu, que fuma um cachimbo e gosta de cachaça.

* Crédito da imagem: autor Jakared em http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Caipora.jpg

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

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Programação Cultural






Neste mês de abril, selecionamos mais cineminha para nossa garotada. E o bom: é de graça! Aproveitem! Curtam!





O projeto Cinema para Crianças continua no mês de abril com exibição de filmes para o público infanto-juvenil, falados ou dublados em português. A entrada é franca e a criançada ainda concorre a sorteios de brindes pedagógicos.

As senhas são distribuídas uma hora antes da sessão, exclusivamente para crianças acompanhadas de seus responsáveis.

Programação

- Dias 4 e 5 de abril

Marcelino Pão e Vinho (Marcelino Pan Y Vino)De Ladislao Vadja. Espanha / Itália, 1955. 91 min.

Emocione-se com a história de Marcelino, um órfão encontrado na porta de um mosteiro e criado por 12 frades. Certo dia, ele oferece, durante sua refeição, um pedaço de pão e um pouco de vinho a uma imagem de madeira de Jesus, que aceita a oferta e passa a conversar com o menino. É o início de uma grande amizade.

Mostra do Filminho Livre

Paralelo ao projeto MFL 2009 - 8ª Mostra do Filme Livre (de 7 a 26 de abril), o CCBB apresenta a Mostra do Filminho Livre, uma seleção especial de filmes livres com temática infantil para o público do CCBB Rio.

Programa 1 - Dias 11 e 12 de abril

- Brincando De Imaginar (4 Min)- Pescador De Sonhos (11 Min)- O Jumento Santo e a Cidade Que Se Acabou Antes De Começar (11 Min)- O Sonho De Jonas (5 Min)- Pintinho (7 Min)- A Festa Que Caiu Do Céu (13 Min)

Programa 2 - Dias 18 e 19 de abril

- O Dia Em Que a Cidade Acordou (2min)- O Burrico e o Bem-Te-Vi (7 Min)- O Jogo (6 Min)- Ele (12 Min)- Animasom (5min)- Meninos (5 Min)- Mocó Jack (11 Min)

Programa 3 - Dias 25 e 26 de abril

- Acadêmicos Do Morrinho 1 (4 Min)- Acadêmicos Do Morrinho 2 (4 Min)- A Piscina Do Peri (4 Min)- Historietas Assombradas Para Crianças Malcriadas (16min)- Albertinho (12min)- Leonel Pé-De-Vento (15 Min)

Sábados e domingos, às 12h.
Entrada gratuita mediante a retirada de senhas na bilheteria do CCBB uma hora antes da sessão.

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de JaneiroRua Primeiro de Março, 66 - Centro Rio de Janeiro RJ - CEP 20010-000Funcionamento: De terça-feira a domingo das 10h às 21h.Informações pelo telefone (21) 3808-2020

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Eventos

“Traças do Bem – Clube de Leitura”, foi criado em maio de 2007 por ocasião das comemorações do 1o. Ano de Canteiros de Obras. Na mesma data foram lançados o prêmio literário Canteiros Cultural e a Campanha "O verbo é doar 2007."
Registramos, aqui, a participação das Coordenadoras do Clube, em alguns Projetos e/ou Eventos a partir de 2007.

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Inauguração da Sala de Leitura Cecília Meireles e do Laboratório de Informática na Escola Estadual Inoã/Maricá-RJ. Março 2009.













*** Crédito das fotos: Profa. Sônia Pequeno

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19 de abril - Dia do Índio








O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.

Origens e história

Pesquisas arqueológicas em São Raimundo Nonato, organizadas pela arqueóloga Niède Guidon no interior do Piauí, registram indícios da presença humana datados como anteriores a 10 mil anos. A maioria dos pesquisadores acreditam que o povoamento da América do Sul deu-se a partir de 20 mil a.C.

Indícios arqueológicos no Brasil apontam para a presença humana em achados datados de 16.000 a.C., de 14.200 a.C. e de 12.770 a.C. em Lagoa Santa (MG), Rio Claro (SP) e Ibicuí (RS).[4] Em Lapa Vermelha, (Minas Gerais), foi encontrado um verdadeiro cemitério com ossos datados em 12 mil anos, o primeiro dos quais encontrado por Annette Laming-Emperaire na década de 1970 e que foi "batizado" de Luzia e que parecia mais aparentada com os aborígenes da Austrália ou com negrito das Ilhas Andaman.

Extermínio

Estimativas da população indígena na época do descobrimento apontam que existiam no território Brasileiro, mais de 1 000 povos, sendo dois a seis milhões de indígenas. Hoje em dia, são 227 povos, e sua população está em torno de 300 mil. As razões para isso são muitas, desde agressão direta de colonizadores a epidemias de doenças para as quais os índios não tinham imunidade ou cura conhecidas.

Durante o século XIX, com os avanços em epidemiologia, casos documentados começaram a aparecer, de brasileiros usando epidemias de varíola como arma biológica contra os índios. Um caso "clássico", segundo antropólogo Mércio Pereira Gomes, é o da vila de Caxias, no Sul do Maranhão, por volta de 1816. Fazendeiros, para conseguir mais terras, resolveram "presentear" os índios timbira com roupas de pessoas infectadas pela doença (que normalmente são queimadas para evitar contaminação). Os índios levaram as roupas para as aldeias, e logo logo, os fazendeiros tinham muito mais terra livre para sua criação de gado. Casos similares ocorreram por toda América do Sul. As "doenças do homem branco" ainda afetam tribos indígenas no Amazonas.

Povos indígenas emergentes

A partir das últimas décadas do século XX, aparecem novas etnias quando populações miscigenadas reivindicam a condição de povo indígena. Isto ocorre principalmente no nordeste brasileiro. São exemplos desse processo:
Náua, no Parque Nacional da Serra do Divisor (Acre)
Tupinambá, Maitapu, Apium e um grupo Munduruku desconhecido, na região do Alto Rio Tapajós (Pará)
Kaxixó, na região de Martinho Campos e Pompeu, e Aranã, no Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais)
Kariri, Kalabaça, Tabajara, Tapeba, Pitaguary, Tremembé, Kanindé no Ceará.
Tupinambá, em Olivença, e Tumbalalá, em Abaré e Curaçá (Bahia)
Kalankó, em Pariconha, e Karuazu, em Água Branca (Alagoas)
Pipipã, em Ibimirim (Pernambuco)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

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